Publicado por: Gustavo B. Paterno | 05/03/2011

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Publicado por: Gustavo B. Paterno | 10/02/2010

Ativismo contra Monsanto e Bayer

Um grupo de ativistas invadiu o Congresso de Entomologia, realizado em setembro de 2010 em Natal – RN. Os ativistas fizeram uma intervenção artística dentro do estand da Monsanto, questionando os reais interesses destas empresas em relação ao financiamento de pesquisas científicas que visam apenas o lucro próprio e não apresentam retornos para sociedade.

Publicado por: Gustavo B. Paterno | 06/07/2010

Desmonte da Legislação Ambiental

O Código Florestal Brasileiro deve ser modificado?

NÃO


O tiro sai pela culatra,

atigo de:

THOMAS LEWINSOHN, JEAN P. METZGER, CARLOS JOLY e RICARDO RODRIGUES

A pressão para atualizar o Código Florestal Brasileiro (CFB) aflorou nos últimos dois anos, fomentada especialmente por parlamentares ligados ao agronegócio. Tal como outros intentos governamentais que atritam com a área ambiental, imprime-se a esse projeto caráter de necessidade quase emergencial.

A pretendida reforma deveria remover o estrangulamento para a expansão de terras agrícolas, hoje supostamente bloqueada pela combinação de áreas de preservação permanente (APP) e reservas legais (RL). Só que esse bloqueio não existe.

A suposta escassez de terras agricultáveis não resiste a estudo mais criterioso, como o recentemente coordenado pelo professor Gerd Sparovek, da Escola Superior de Agricultura da USP (Esalq).

Realocando para cultivo agrícola terras com melhor aptidão, hoje ocupadas com pecuária de baixa produtividade, e aumentando a eficiência da pecuária nas demais, por meio de técnicas já bem conhecidas, a área cultivada no Brasil poderá ser quase dobrada, sem avançar um hectare sequer sobre a vegetação natural.

A reforma também pretende retirar da ilegalidade muitas propriedades que não mantêm as APP e RL estipuladas. Para isso, pensa-se em fundir as APP com as RL e flexibilizar o uso destas últimas.

No entanto, as APP e as RL são áreas que exercem papel complementar na conservação das paisagens rurais e não deveriam ser tratadas como equivalentes. Ademais, o uso de RL com espécies exóticas representa uma completa descaracterizaçã o dessas áreas.

Sob a desculpa de proteger as pequenas propriedades, as APP e RL serão colapsadas, reduzidas e drasticamente transformadas, levando a amplos desmatamentos e perda de áreas protegidas, que não se destinam apenas a conservar espécies e a promover o uso sustentável de recursos naturais.
Elas asseguram uma gama de serviços ambientais indispensáveis à qualidade de vida humana e à própria qualidade e produtividade agrícola. Da proteção dessas áreas dependem a regulação de cursos de água, o controle da erosão, a polinização de diversas plantas cultivadas, o controle de pragas, o sequestro do carbono atmosférico e muitos serviços mais.

Qual a participação da comunidade científica competente na formulação dessas alterações? Quase nula. Há muitos grupos científicos pesquisando ativamente a conservação e restauração da biodiversidade e o desenvolvimento de metodologias que permitam a produção agrícola com a efetiva preservação do ambiente.

Nem os pesquisadores mais reconhecidos dessas áreas nem as sociedades científicas relevantes foram ouvidos. Os parlamentares decidiram quem são os cientistas que merecem atenção e desqualificaram ou ignoraram todos os demais.

Passado quase meio século de intensas transformações, é necessário atualizar o CFB, facilitar a produção agrícola em pequenas propriedades, mas sem deixar de fortalecê-lo nos objetivos essenciais.

Se esses objetivos forem soterrados, haverá sérias consequências para o próprio agronegócio, porque não apenas se comprometerá os serviços ambientais, mas o mero cumprimento formal de legislação ambiental inócua não irá assegurar certificação ambiental respeitada.

E quem duvida de que tal certificação será cada vez mais exigida para comercializar qualquer commodity brasileira?
É hora de os agroparlamentares e demais envolvidos compreenderem que as demandas ambientais representam componentes indispensáveis da boa agricultura, bem como da melhor qualidade de vida.

THOMAS LEWINSOHN é professor titular da Unicamp e presidente da Associação Brasileira de Ciência Ecológica e Conservação.
JEAN PAUL METZGER é professor da USP, onde coordena o Laboratório de Ecologia de Paisagens.
CARLOS JOLY é professor titular da Unicamp e coordenador do Programa Biota-Fapesp.
RICARDO RODRIGUES é professor titular da Esalq-USP, onde coordena o Laboratório de Restauraçã0

Publicado por: nupeufrn | 05/16/2010

PDC no Ceará

Publicado por: nupeufrn | 02/05/2010

Curso de Bioconstrução em Recife-PE

Publicado por: nupeufrn | 08/15/2009

Curso de Introdução à Pemacultura – Pindoretama-CE

CURSO PERMACULTURA novo

Publicado por: nupeufrn | 08/08/2009

Trilhas Potiguares – Projeto Horta na Escola

No período de 19 a 25 de Julho, dois integrantes do PermaSer (novo grupo que juntou o Nupe com o Ser Ecológico), Juliano Petrovich e José Guedes, participaram do projeto de extensão universitário denominado Trilhas Potiguares, que aconteceu no município de Baía Formosa.

Bem, o Trilhas tem como objetivo levar, durante as férias acadêmicas, um grupo de estudantes das mais diversas áreas, para as mais diversas comunidades de todas as regiões do Rio Grande do Norte. Estudantes dos cursos das áreas de Saúde, Ciências Naturais, Ciências Humanas, dentre outras áreas, elaboram projetos que são executados no período das atividades em campo. Palestras, oficinas de capacitação, mini-cursos, exibição de cinema, são alguns dos exemplos que são desenvolvidos.

O projeto que desenvolvemos uniu à temática Meio Ambiente com Educação, de forma que, elaboramos uma oficina de capacitação para os professores da rede estadual e municipal de ensino de Baía Formosa. O nosso objetivo era trabalhar com os educadores a inclusão de uma horta escolar como uma ferramenta pedagógica para dinamizar e integrar de forma prática alguns assuntos vistos em sala de aula.

Antes de falar especificamente do projeto desenvolvido é interessante falarmos do contexto em que nos inserimos durante estes dias de trabalho. Baía Formosa, que se emancipou do município de Canguaretama em 31 de dezembro de 1958, através da Lei n° 2.338, se localiza no extremo sul do litoral leste potiguar, fazendo divisa com o estado da Paraíba. Está a 94 km de Natal e a 110 km de João Pessoa. Possui 249,1 km² de área e 26 km de litoral, onde, três rios deságuam em seu litoral: Rio Cunhaú, Rio Sagi e o Rio Guajú, este último fazendo divisa com a Paraíba. Outra peculiaridade do município é a presença de uma RPPN (Reserva Particular do Patrimônio Natural) chamada de Mata Estrela. Com 2.365 hectares de Mata Atlântica, dunas e diversas lagoas, em torno de 20, onde uma recebe atenção especial: A lagoa da Araraquara (ou Coca-Cola, nome este não muito bem aceito pela comunidade local), de águas negras, super bela.

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Voltando ao nosso projeto, trabalhamos com os professores das seis escolas do município: Colégio Paulo Freire, Colégio João Batista, Colégio João Anacleto, Colégio Águida Sucupira, Colégio Manoel Germano e PETI, onde, durante os dias das oficinas, somou-se um número de 20 participantes. Trabalhamos em sala de aula durante três dias, Terça, Quarta e Quinta, onde, na sexta-feira, juntamente com os professores, construímos a nossa horta escolar no quintal da Secretaria de Educação.

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Em sala, nos apresentamos e conhecemos os professores, de forma que fomos ‘parcialmente’ apresentados à realidade local, sabendo das problemáticas e das positividades do município. Além disso, exibimos alguns vídeos (A História das Coisas – http://www.youtube.com/watch?v=lgmTfPzLl4E – , Vídeo Institucional do projeto Horta na Escola, algumas reportagens sobre hortas escolares), assim como fizemos algumas apresentações, com base no Manual para Implementação de Hortas Escolares, do Ministério da Educação junto com o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação. (www.educandocomahorta.org.br)

Na quinta-feira, desenvolvemos duas dinâmicas: uma para escolha do nome da horta a partir das sugestões dos próprios professores; e outra para a elaboração do design da mesma. O nome vencedor foi Aretipicaba. Este diz respeito ao primeiro nome da cidade, denominação indígena, que significa Bebedouro de Papagaios, já que na mata, antigamente, havia muitos papagaios e araras que utilizavam das muitas lagoas para se refrescarem e beberem água. Animais como estes não são mais vistos pela região, segundo os moradores locais.

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No último dia da oficina, Sexta-Feira, fomos ao quintal da Secretaria de Educação construir a horta, que tinha como design três mandalas. A idéia das mandalas é representar o ciclo que é a horta e a vida. Plantamos oito espécies de vegetais: girassol no centro da mandala, no segundo ciclo cenoura e couve, e no terceiro ciclo almeirão, orégano, salsa e coentro. Ao redor da horta plantamos o pepino.

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Por fim, com o sentimento de dever cumprido, ficamos muito felizes com o resultado obtido e esperamos ter plantado a semente no coração dos professores, de forma que eles possam realmente utilizar a horta no dia-a-dia escolar, gerando boas oportunidades educacionais, perspectivas de uma alimentação saudável e nutricional, assim como, o despertar para a autonomia na produção de alimentos, que já foi uma realidade no município e hoje não é mais.

Publicado por: nupeufrn | 07/17/2009

PDC Popular – Centro Ecopedagógico Bicho do Mato

Para os interessados vai rolar em Recife no Centro Ecopedagógico Bicho do Mato o I Curso Popular de Design em Permacultura.

Vale a pena conferir!

Se tu poder, se joga!

cartaz pdc menor escala

Publicado por: nupeufrn | 07/17/2009

Casa dos Hólons, São Paulo.

Para aqueles interessados em Permacultura Urbana, em práticas mais sustentáveis no dia-a-dia das cidades, aí vai um vídeo do grupo Casa dos Hólons, que no centro da megalópole São Paulo constrói de forma criativa alternativas para seus excedentes, assim como, aproveitam das propriedades de vários elementos do sistema para atenderem suas necessidades. Como diria Bill Mollison: a Permacultura deve ser intensiva em criatividade e inofrmação!

Publicado por: nupeufrn | 06/29/2009

XI Semana de Biologia da UFPB

Olá pessoal!

Então, de 06 a 10 de Julho ocorrerá a XI Semana de Biologia da UFPB que dentre os muitos mini-cursos que serão oferecidos, acontecerá o de Permacultura ministrado pelo pessoal que está se organizando na UFPB. Momento importante para trocar idéias e fazer articulações pelo Nordeste. Confiram a programação completa no blog: http://sbioufpb.blogspot.com/

cartaz BIO FINALIZADO

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