Publicado por: gustavopaterno | 05/26/2009

Tome uma iniciativa!

Seres de Luz!

Luz

Luz

Chega o momento em que o seu ser lhe chama:

“TOME UMA INICIATIVA”

Nada no mundo é mais forte que uma iniciativa.

Ela move paredes, derruba monstros e quebra espaços de medo.

Te leva ao mundo que acontece sem o cotidiano ver.

A realidade precisa de você!

Publicado por: nupeufrn | 05/20/2009

FESTA DA COLHEITA

PERMANIMA

O Núcleo de Estudos em Permacultura (NUPE) está promovendo para essa sexta-feira, 22/05, a festa PERMANIMA, no Circo Tropa Trupe, que está localizado no DEF/UFRN, próximo ao campo de futebol. O evento tem por interesse levantar fundos para construção da sede do núcleo com a venda de produtos, brechó e comidas ecológicos.

As atrações contam com a Mostra de Vídeos promovida pelo NAC às 18:00 horas, e logo depois as 22:00 horas, para permanimar ainda mais, teremos as bandas Du Souto, Pedro Breu, Coros Cordas e Diafragmas, Gondwana e Coronel Drake.

CARTAZ

Publicado por: nupeufrn | 05/20/2009

Matéria sobre o NUPE-UFRN no Diário de Natal

Neste Domingo que passou, dia 17/05/2009, saiu uma matéria no caderno de Ciência & Tecnologia, do Diário de Natal, sobre o Núcleo de Estudos em Permacultura da UFRN. Vai abaixo o resultado.DSCF0100

Publicado por: nupeufrn | 05/20/2009

Bicicletada de Maio!

Cartaz Maio

Publicado por: nupeufrn | 05/20/2009

Espetáculo no Teatro da Cultura Popular

Iae pessoal!

Bem, pra quem se interessar aí vai uma dica de espetáculo:

Nos dias 21, 22 e 23, às 19h30, no Teatro da Cultura Popular Chico Daniel,  na Fundação José Augusto, Rua Jundiaí – Petrópolis, a Cia. Manacá de Teatro apresentará a peça de nome “Tucuí”, que narra a saga de um índio que vive na cidade grande, único sobrevivente de uma tribo dizimada por uma epidemia espalhada pelos brancos.

R$ 10 (inteira) e R$ 5 (meia)

Publicado por: gustavopaterno | 05/05/2009

Tempo de Salvar a Natureza

Texto Escrito por um grande amigo e pensador, Breno!

Meditar...

Meditar...

Encontramos pessoas proclamando o tempo de salvar a Natureza. Como se a Natureza não tivesse passado por situações mais catastróficas do que ter que conviver com a ignorância e avidez humanas. É certo sim que, na nossa ânsia pelo conforto supremo, estamos levando dor e extinção a um número de espécies. É certo sim que, no nosso antropocentrismo, estamos destruindo ecossistemas inteiros. E também parece bem certo que, apesar de tudo isso, o planeta continuará, diferente, mas continuará. Sem seres humanos – essas frágeis criaturas com corpos de carbono – a Natureza continuará suas experimentações evolutivas. Por exemplo, não é nada improvável que dê um jeito de criar microorganismos que se alimentem de plástico! Duvida? Leia “O mundo sem nós”, de Alan Weisman.

Então, para variar, estamos focando o objeto errado: o externo, ilustrado em alvos como: “o meio ambiente”, “a economia”, “os sistemas de governo”, “as religiões”… Um pouquinho de atenção e de honestidade intelectual e podemos ver claramente: todos esses alvos (salvo, por hora, o meio ambiente), são criações da mente humana. Portanto, o foco deveria se voltar para dentro, para nós mesmos. Até esse foco “a mente humana” não passa de uma abstração generalista. Essa tal “mente humana” é você que está lendo este post!

Tirei o meio ambiente do cesto de criações da mente humana, porque é a realidade, o sistema do qual os seres humanos emergem. Fique claro: nós dependemos do meio ambiente, mas o meio ambiente pode nos descartar rapidinho, com já fez antes com outras espécies dominantes. Gente que diz: – “Alto lá! Nós somos o último biscoito do pacote!” Bem, essa gente não considera que o meio ambiente extrapola em muito o planeta. Essa gente não reflete sobre o desconhecido de suas razões, ou sobre as limitações de suas antenas sensoriais.

Mas mesmo o meio ambiente é, do ponto de vista humano, uma idealização humana. Portanto, desse ponto de vista, até o meio ambiente é uma imaginação sua/minha/nossa. Isso deve ficar claro, se é para sermos mais realistas no trato com a meta-crise que assola a bio-diversidade nesse planeta azul.

Portanto, foco na mente. O que não significa que devemos abandonar os alvos externos. São como referências, como dedos que apontam para a lua. São símbolos orientadores, que representam a coisa em si, sem contudo compreender a coisa como um todo. Por quê? Porque símbolos são epifenômenos (rápido, o dicionário!). Porque somos criaturas limitadas por um corpo, e também por pensamentos (mas pode chamar de cercadinhos), e emoções (mas pode chamar de fixações).

Se queremos mesmo mudar alguma coisa, a revolução começa no nosso quarto; melhor ainda: por nós mesmos. Recorra à ajuda da História para ver como os revolucionários que queriam mudar as estruturas do mundo deixam um rastro de guerras sanguinárias, apenas para que, no final, quando têm “sucesso”, leguem outra estrutura (a deles!) que novamente quer que as pessoas gravitem em torno dela. E mais: quantos desses revolucionários de direita ou esquerda consideram a proteção ambiental em seus planos? Taí o Mar Morto, dos Socialistas. E os Polímeros, dos Liberais…

Portanto, comece por você. Comece por seus pontos de vista. Por seus modelos mentais, crenças arraigadas, ações insuspeitas (vá ao Giro do Pacífico ver onde foi parar a embalagem daquele biscoito que come). Comece caindo na real: O inferno não são os outros, o inferno é você. O inferno dos pássaros e dos peixes sou eu, que os como para saciar a insaciável fome que virá de novo e de novo. O inferno dos miseráveis sou eu, que uso meus poderes para importar seus recursos em troca de espelhinhos. O inferno do trânsito sou eu, que prefiro comprar um carro que pesa várias vezes o meu peso para não ter que andar a pé, ou para não ter que chamar os governantes na chincha: – “Ei, queremos que parem de usar a grana de nosso suor para beneficiar vocês e seus clãs e tratem de criar um sistema de transporte coletivo bacana e eco-ecifiente!”.

Será que ainda temos a coragem? Teremos o espírito? Talvez tenhamos nos deixados domar. Fomos domesticados? A Matrix (ego) está a pleno vapor! E ela diz: – “Aponte o seu dedinho para o outro!” Culpe o outro! “Blame Canada!“, não é mesmo!?

Possam todos se beneficiar,
Breno

Na terça-feira passada, dia 28/04/2009, alguns integrantes do NUPE-UFRN estiveram presentes na Reserva de Desenvolvimento Sustentável Estadual da Ponta do Tubarão, no município de Macau-RN (Figura 1), para a apresentação do projeto de Mestrado de um dos integrantes do Núcleo de Permacultura, Juliano Petrovich. A dissertação de Mestrado do Juliano tem como título: Etnoconservação, Histórico de Criação e Participação Social na Gestão Ambiental da RDSEPT/RN e foi apresentada ao Conselho Gestor da Reserva.

dscf0181-2 Figura 1 – Estuário do Rio do Tubarão.

Bem, a RDS da Ponta do Tubarão foi constituída pela lei n° 8.439 de 18 de julho de 2003 e contou com a ampla participação das comunidades tradicionais de pesca de Barreira e Diogo Lopes (Figura 2).

dscf0204-2

Figura 2 – Secagem de tainhas na rua.

A área da Reserva compreende um território de 12.960 ha, contendo os ecossistemas manguezal e dunar, no estuário do Rio Tubarão, uma área de caatinga, além de uma área marinha que se estende por 2 milhas da linha da costa (Figura 3). Além de Barreira e Diogo Lopes, outras comunidades estão inseridas na RDSEPT: Setãozinho, Mangue Seco I e II, Lagoa Doce, Cacimba da Baixa, Chico Martins, Varjota, Pau-Feito, Baixa do Grito e Canto da Imburana.

ponta-do-tubarao-lores1 Figura 3 – Mapa da Reserva de Desenvolvimento Sustentável Estadual da Ponta do Tubarão.

A reunião do Conselho Gestor começou às 09h00min no Ecoposto (figura 4), sede da Reserva de Desenvolvimento Sustentável, onde, foram apresentados projetos que estão sendo e serão desenvolvidos na RDS. O IDEMA apresentou dois projetos: um de fiscalização ambiental, desenvolvido junto à CIPAM (Companhia Independente de Proteção Ambiental) e outro de Monitoramento da Qualidade das Águas do lençol freático, canal de maré e lagoas. A UERN, Universidade Estadual do Rio Grande do Norte, também apresentou dois projetos: Educação Ambiental na RDSEPT e o projeto de Cetáceos da Costa Branca do RN. Como já citado, o projeto do Juliano também foi apresentado.

O Conselho Gestor desempenha um papel fundamental no gerenciamento da Reserva e é representado por várias entidades: população local, prefeitura de Macau, governo do Estado (IDEMA), Petrobrás e por pesquisadores da UFRN e UERN. O Plano de Manejo, o Zoneamento Ambiental, Resolução sobre o Uso e Ocupação do Solo, Projetos que serão levados para a Reserva devem ser aprovados pelo Conselho.

dscf0200-2 Figura 4 – Ecoposto, sede da RDSEPT.

A RDSEPT já desenvolveu oito Encontros Ecológicos, onde, foram elaboradas revistas que falam sobre o que aconteceu durante os eventos. Os Encontros acontecem desde 2001, antes mesmo de a região ter se transformado em Reserva de Desenvolvimento Sustentável, onde são apresentados trabalhos desenvolvidos na reserva, filmes na temática ambiental, exposições fotográficas, palestras, mutirões de limpeza, oficinas, além da programação cultural.

Para finalizar, ressalto a importância deste espaço no nosso estado que impulsionado pela vontade das comunidades tradicionais ali inseridas, junto com a prefeitura de Macau e Guamaré, o IDEMA e outros órgãos como a Petrobrás e as Universidades, criaram uma Reserva referência no Brasil e que está aberta as boas iniciativas.  Ah, e para botar lenha na fogueira das boas idéias, aí vai um link do projeto de Olho na Água desenvolvido pelo IPEC – Instituto de Permacultura do Cerrado, patrocinado pelo projeto Petrobrás Ambiental no Ceará.

Publicado por: nupeufrn | 04/28/2009

Vídeo NUPE: REcuperação de Materiais

Olá Nupeanos,

É com imenso prazer que o NUPE apresenta os primeiros vídeos sobre seu trabalho na UFRN, filmado e editado, como cortesia,  pelo francês Antônio Rubellin. Estes vídeos são sobre o trabalho de reutilização de lixo urbano realizado no NUPE.

Publicado por: nupeufrn | 04/23/2009

Vídeo: Horta Escolar

Olá queridos visitantes,

Seguem dois vídeos sobre Hortas Escolares, ficando claro como uma horta pode influenciar não só uma escola mais um bairro inteiro! Vale a pena assistir!

Publicado por: nupeufrn | 04/23/2009

Abaixo Assinado: Código Ambiental Catarinense

Abaixo assinadoOLá queridos amigos,

É com muita tristesa que peço a todos os visitantes para doarem um minuto e meio do seu tempo e assinarem digitalmente o abaixo assinado contra o Código Ambiental Catarinense. Passou-se por cima do povo, da ciência e da Lei, quando nossos legisladores aprovaram esse Projeto que irá favorecer grandes empresas de agricultura e irá comprometer nosso ambiente e a vida de todos. A mudança aprovada reduz a área de preservação permanente (APP) das matas ciliares de 30 metros (Lei n.° 4.777/65l) para apenas 5 metros! Um absurdo. Então vamos lá: Assinem e divulguem o mais rápido possível! Saudações e luta!

http://www.abaixoassinado.org/abaixoassinados/4142ausencia_mata_ciliar1

« Novos Posts - Postagens Antigas »

Categorias